Saúde, assistência e monitoramento social com apoio tecnológico, considerando o acompanhamento remoto digitalizado de pessoas adictas, é um dos eixos temáticos do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE), que está com chamada de propostas aberta.
É a primeira oportunidade para fomento à pesquisa científica no âmbito do acordo de cooperação entre Prodesp, a Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo e a FAPESP, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. As instituições assinaram o programa no dia 30 de outubro com foco em desafios tecnológicos de alta complexidade e grande relevância para o estado paulista.
Voltada para pesquisadores vinculados a empresas paulistas com até 250 empregados com unidade de P&D, a chamada reservou um total de R$ 15 milhões para o apoio à pesquisa e estabeleceu três temas de interesse para o desenvolvimento de projetos. Além da saúde, podem ser inscritos projetos que estejam ligados a modernização tecnológica e arquitetura de sistemas e a inclusão digital e comunicação com o cidadão.
O projeto de pesquisa deve ser elaborado conforme as diretrizes que constam nas normas do PIPE. A proposta deve indicar claramente os problemas e as oportunidades a serem abordados e o impacto potencial se a pesquisa for bem-sucedida.
As propostas serão recebidas exclusivamente pelo Sistema SAGe até o dia 2 de março de 2026.
A chamada está disponível em https://fapesp.br/pipe/fapesp-prodesp-2025.
Ao estabelecer diretrizes próprias de atendimento, a nova lei pretende reduzir esses entraves, ampliar o acesso aos serviços de saúde e oferecer um cuidado mais eficaz e sensível à realidade feminina. A expectativa do governo é de que a medida contribua para diminuir os danos sociais e os agravos à saúde provocados pelo alcoolismo entre mulheres, especialmente nos casos que envolvem gravidez e pós-parto.